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quarta-feira, maio 29, 2024
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GSI atribui vandalismo em Brasília a série de falhas na Segurança Pública

Para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, a invasão ao Palácio do Planalto no último domingo, 8, ocorreu por causa de uma sucessão de erros: informações não foram transmitidas; a secretaria de Segurança Pública não se reuniu e nem se planejou; e bloqueios da tropa de Choque, que deveriam ter sido feitos perto do Congresso Nacional, não foram feitos. Dentro do Palácio do Planalto havia, no momento da invasão, 200 militares e, por isso, o chefe do GSI, Marco Edson Gonçalves Dias, conhecido como G. Dias, nega falta de efetivo suficiente para impedir a entrada dos vândalos. Ele explicou ainda que o efetivo leva em consideração as ameaças que deveriam ter sido bloqueados antes de chegarem na Praça dos Três Poderes.

Dias ainda conta que 4 mil pessoas forçaram, ao mesmo tempo, a entrada no Palácio. Vídeos mostrando bate-boca entre militares e o batalhão de Choque levantaram questionamentos sobre a possibilidade de os manifestantes terem tido ajudado por parte dos agentes de segurança, saindo do prédio. Mas G. Dias garante que isso não aconteceu, que não houve má-fé, e sim, apenas um ruído na comunicação. Ele ainda afirma que a ordem de prender todos os manifestantes chegou primeiro para o Choque e, depois, para o pessoal GSI. G. Dias afirma ainda que será possível identificar praticamente todos os responsáveis pelos danos causados na estrutura do Palácio e, principalmente, nas obras de arte que estavam no prédio a partir do circuito de câmeras.

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